| Nada como um pouco de prática para justificar a teoria |
Tem dias...
.. Em q só uma bela canção de Jongo (jongo enredo) pode colocar mais beleza na minha vidinha de sempre. Qts indagações me rodeiam nesse momento. Qts temores. Parece q o tempo se tornou meu inimigo, pois ele anda correndo demais. Não me deixa dormir, faz tudo acontecer desesperadamente depressa, não me deixa pensar... Congelar o tempo eu gostaria, para poder viver, tranquilamente, apenas mais um dia.
Saracura
Quando a noite descia, ao som da Ave-Maria, um som de tambor se ouvia. Dentro de uma senzala, em um caminho pra Minas, vozes de jongueiros se ouviam.
Na Fazenda da Bem Posta, em pleno Estado do Rio, um jongueiro sentindo falta do caxambu, tocava o candongueiro, após o angú.
Cantarolava a saracura, levou o lenço da moça que ficou chorando, que pecado que ela leva quando morrer.
Sabiá cantou na laranjeira, Sá Rolinha tá de luto de sentimento, Sinhá dona “pereguntô”: “Quê que tá chorando?” Que pecado que ela leva quando morrer?
Ora dança o caxambú. Eu quero ver quem dança comigo, eu quero ver !

Escrito por Luluca às 17h30
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Coisinhas...
Primeiro, eu tenho q fazer um agradecimento público. Por mais q ele leia este post, eu sei q nunca irá comentá-lo. Mas mesmo assim: Celito, muito obrigada por td! Pra quem não sabe, Celito me atura há quase dez anos e já é mais q meu irmão! Agora, leiam pq eu tenho q agradecê-lo (só pelo dia de hj): não se importar de scannear trocentas fotos em uma noite gelada de terça-feira, ligar preocupado pra saber onde estou e q hora vou chegar, me zoar e ainda fazer comidinhas qnd digo q estou com fome! Viu, Celito, já fiz uma óooooooootima propaganda de vc! Q bunituuuuu!
Agora, vou colocar uma musiquinha q escutei muito hj. Td culpa da D. Zaira, q me lembrou do Cd q estava na minha mochila!! Fazer o q, né? Tive de escutar... É uma marchicha de Zé Ketti. Algum palpite? Como diz minha mãe: eu devia ter nascido no carnaval e não no Dia das Bruxas...
Máscara Negra
(Zé Ketti e Pereira Matos)
Tanto riso, oh!
Quanta alegria
Mais de mil palhaços no salão
O Arlequim está chorando pelo amor da Colombina
No meio da multidão
Foi bom te ver outra vez
Ta fazendo um ano
Foi no Carnaval que passou
Eu sou aquele Pierrot
Que te abraçou
Que te beijou, meu amor
A mesma máscara negra
Que esconde teu rosto
Eu quero matar a saudade
Vou beijar-te agora
Não me leve a mal
Hoje é Carnaval
Escrito por Luluca às 23h55
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