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| Nada como um pouco de prática para justificar a teoria |
óia nóis aqui outra veiz...
Depois de todas as censuras do Blog (q não deixou eu publicar as pérolas de meus amiguinhos), volto para postar uma poesia. Estou sem mt coisa pra dizer. Tô estranha. Tô me perdendo. Tô me encontrando. Esta poesia (q nem tá mt legal), foi feita ontem... Ontem foi um dia realmente esquisito...
Ah o flog foi atualizado e tem poesia lá tb: http://15segundos.flogbrasil.terra.com.br
Ruína
Um dia, a casa cai
Tijolo por tijolo
Cada pedaço se transforma em frágil poeira
Restam só as bases, agora ruínas
Que tentam manter-se de pé
Mas não há concreto que resista
A este tufão
Cheio de ódio do mundo
Cheio de dor, de desespero, de dúvida
Um dia, a casa cai
Se torna transparente e cristalina
Como as lágrimas que rolam do meu rosto
Gota a gota numa disritmia
Um dia a casa, cai
Sou eu que caio, desisto, me esvaio
Fico sem base, sem teto, sem chão
Sozinha a solta, no vão
(Eu)
Escrito por Luluca às 15h43
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Nem td q gira só gira depressa....
... nem td que gira só gira pra sempre. Bem, é isso o q posso dizer. O q mais? Ah, só q tô virando meio q Mãe-Dinah, pq sempre q tenho um mau pressentimento, ele acontece. Ontem (o dia inteiro) eu enchi a paciência da Miloca dizendo q tinha certeza q isso não ia mais pra frente. Sempre recebendo as famosa críticas: cala a boca, deixa de ser maluca, parece q bebe e coisitas mais.
Pois é, eu tava certa! Meus medos acabaram pq aconteceram. E eu soube lidar com eles muito bem, eu acho. Já me acostumei. Não é a primeira vez q isso acontece, nem vai ser a última. Afinal, "eu escolho a dedo". O problema sou eu, com certeza. O engraçado q antigamente eu era a Luiza transparente, q deixava td mundo perceber o q está acontecendo. Hj não. Criei uma parede. Tõ sempre sorrindo. Tô sempre negando o q é óbvio e tds já sabem e repetem pra mim. Implico com quem não quero. Nem quem anda ao meu lado percebe o q se passa. Perdão, amigos, a vida está me fazendo assim. Cansei de ser menininha. De querer colo. Já me disseram q cresci, q ou mulher. Só estou acreditando nisso agora. E td vai, sem dores, sem mágoas, só mais um tijolo a ser posto nessa Luiza-parede q se tranforma em mulher.
Para ver q nada é tão ruim assim: Menina, amanhã de manhã de Tom Zé
Menina , amanhã de manhã quando a gente acordar quero te dizer que a felicidade vai desabar sobre os homens, vai desabar sobre os homens, vai desabar sobre os homens.
Na hora ninguém escapa
de baixo da cama ninguém se esconde
e a felicidade vai
desabar sobre os homens, vai
desabar sobre os homens vai
desabar sobre os homens.
Menina, ela mete medo
menina, ela fecha a roda
menina, não tem saída
de cima, de banda ou de lado.
Menina, olhe pra frente
menina, tome cuidado
não queira dormir no ponto
segure o jogo
atenção (de manhã)
Menina a felicidade
é cheia de graça
é cheia de lata
é cheia de praça
é cheia de traça.
Menina, a felicidade
é cheia de pano,
é cheia de pena
é cheia de sino
é cheia de sono.
Menina, a felicidade
é cheia de ano
é cheia de Eno
é cheia de hino
é cheia de ONU.
Menina, a felicidade
é cheia de an
é cheia de en
é cheia de in
é cheia de on.
Menina, a felicidade
é cheia de a
é cheia de e
é cheia de i
é cheia de o.
Escrito por Luluca às 18h32
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